O que é riqueza e como conquistar a sua!

ind_finacneira

Que tal se tornar rico e poder viver a vida que quiser?

Riqueza pode ter diversos significados, concorda? Para alguns, riqueza significa liberdade. Para outros, riqueza significa fartura. Segundo o dicionário Priberam riqueza significa, entre outras coisas, abundância. E a abundância, por sua vez, significa ter uma quantidade maior que a necessária.

Você já ouviu a expressão “viver de renda”? Pois saiba que riqueza, independência financeira e viver de rendimentos, na verdade, são diferentes nomes para o mesmo estado.

Quantos de nós não gostaríamos de ter dinheiro o suficiente para podermos nos dedicar a atividades mais prazerosas, viver viajando ou até mesmo arriscar abrir o próprio negócio?

Para ajudá-lo a entender o conceito de independência financeira, preparamos esse texto:

  • O verdadeiro conceito de riqueza e independência financeira;
  • Como calcular sua independência financeira;
  • Fases da jornada pela busca da independência financeira.

Se restar qualquer dúvida, não deixe de me perguntar! Boa leitura!

Riqueza e Independência Financeira: existe diferença?

De modo geral, entendemos por independência financeira quando os seus rendimentos financeiros são suficientes para que você não precise de um emprego para se manter, nem precise resgatar do valor que você aplicou, sobrevivendo apenas dos juros que sua aplicação gera.

E como vimos anteriormente, riqueza pode ser traduzida por possuir uma quantidade de recursos maior do que a necessária, o que se encaixa perfeitamente na nossa definição de independência financeira.

Não é possível definir um valor exato para a riqueza, já que cada um possui um custo de vida diferente. Pode ser que o valor necessário para manter seu padrão de vida seja maior do que o necessário para manter o meu, ou ao contrário.

Logo, o primeiro passo para alcançar a independência financeira é conhecer os seus gastos. Quanto mais organizada for sua vida financeira, mais fácil será fazer o seu planejamento financeiro.

Sabendo o quanto você precisa ter de receita mensal, o segundo passo é calcular o quanto você precisa ter aplicado para receber esse valor como rendimento. Por se tratar de um valor que garantirá sua independência, essa aplicação precisa ser em uma carteira segura, priorizando ativos de Renda Fixa. Sabendo a rentabilidade média dos ativos de RF disponíveis no mercado, fazemos a conta do quanto vamos precisar acumular de patrimônio nessa carteira. Vamos à prática:

Renda necessária: R$ 3.500,00

Rentabilidade média (100% do CDI): 0,52% ao mês;

Total necessário: R$ 673.076,92

Ou seja, ao aplicar R$ 673.076,92 em uma carteira que renda 0,52% ao mês, você terá um rendimento mensal de R$ 3.500,00.

Para encontrar o montante, basta dividir o valor mensal necessário pela rentabilidade do produto disponível.

Importante: parte do processo de independência financeira consiste em controlar os seus gastos, pois, como vimos, quanto maiores forem maior o valor acumulado necessário.

Rota da independência: o caminho das pedras

 Agora que já entendemos o conceito da independência financeira, vamos conhecer o passo a passo para alcançar esse objetivo:

1° Passo: Faça as contas!

A primeira coisa a ser feita é mapear sua vida financeira. Ter um controle preciso e organizado dos seus gastos e dos seus ganhos te ajudará a entender onde você está e o que será preciso fazer para alcançar uma vida financeira melhor. Com isso em mãos, você saberá exatamente o quanto será necessário ter de rendimento, e consequentemente, o total acumulado.

2° Passo: Acumulação

Sabendo o quanto precisa ter, é hora de começar a guardar! Não se preocupe tanto com o valor no começo, o importante é criar o hábito de investir. Com o tempo, naturalmente seu cérebro vai começar a buscar formas de economizar, aumentando assim o valor de seus aportes.

Nessa fase, procure por opções de investimento mais arrojadas, que trarão um pouco mais de risco com uma rentabilidade maior também. Nesse início, qualquer rentabilidade a mais fará toda a diferença.

Algumas opções são: fundos de investimento arrojados, fundos imobiliários e ações.

3° Passo: Preservação

Parabéns! Você chegou à tão sonhada independência financeira! Mas não pense que acabou por aqui. Tão importante quanto acumular todo esse valor é mantê-lo em um lugar seguro. Nesse momento, a rentabilidade passa para segundo plano, e a prioridade passa a ser a segurança. Não é hora de arriscar, e sim de preservar esse dinheiro.

Porém, isso não significa abrir mão de rentabilidade. Pelo contrário, ela continua sendo importante para manutenção da nossa liberdade. Se nessa fase sua rentabilidade diminuir para menos do que o valor mensal necessário, aos poucos sua reserva diminuirá, já que parte dela será resgatada todo mês. Se a rentabilidade for exatamente o que você precisará resgatar mensalmente, seu recurso ainda estará prejudicado, já que com o tempo ele ficará “atrás” da inflação.

Ou seja, o ideal é que, mesmo nessa fase mais conservadora, seu dinheiro fique aplicado a uma rentabilidade superior à necessária para cobrir os seus gastos, de forma que ele continue crescendo mensalmente, mesmo após os resgates periódicos.

Algumas opções aqui são: ativos de renda fixa, fundos de investimento mais conservadores e fundos imobiliários.

Espero que esse texto tenha te ajudado a entender e a planejar sua independência financeira! E lembre-se: conte sempre com a gente!

Escrito por Bruno Silva, especialista em investimentos

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin