Corretora ou banco: qual a opção mais vantajosa para investir?

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Se você está pensando em investir o seu dinheiro e ter um montante satisfatório ao final de um determinado período, independentemente dele ser médio ou longo, provavelmente, já deve ter passado pela sua cabeça: qual a melhor escolha para as minhas aplicações, corretora ou banco?

De fato, existem diversos fatores que pesam na hora da opção. Pensando nisso, fizemos este artigo com o auxílio do gerente de produtos da CM Capital, Elson Raimundo, no qual vamos explicar sobre os aspectos que diferenciam os investimentos em corretoras ou bancos e por que a primeira opção é a mais interessante para quem deseja melhor lucratividade. Confira!

A função dos bancos

Os bancos chamados comerciais são definidos como “instituições financeiras privadas ou públicas que têm como objetivo proporcionar suprimento de recursos necessários para financiar a curto e médio prazos, o comércio, a indústria, as empresas prestadoras de serviços, as pessoas físicas e terceiros, em geral”, de acordo com informações do Banco Central.

Para prestar tais serviços, os bancos realizam a captação de recursos por meio de depósitos à vista ou a prazo, entre outros tipos de transações. A ideia é fazer com que esse capital sirva como aporte para as diferentes atividades da instituição, tais como:

  • empréstimos e operações de crédito;
  • emissão de diferentes meios de pagamento;
  • cobranças;
  • transferências entre fundos;
  • recebimento de impostos e outras tarifas referentes ao poder público;
  • aluguel de cofres;
  • custódia de valores;
  • serviços de câmbio.

De modo geral, atividade de um banco como uma intermediação financeira — que é essencial para o desenvolvimento econômico de uma nação.

A responsabilidade das corretoras

As corretoras de valores também são instituições financeiras, mas a sua principal atividade está ligada a investimentos em ativos. Ao contrário dos bancos, as corretoras não contam com serviços como empréstimos, financiamentos ou mesmo pagamentos, o foco é a aplicação de recursos em ativos, trazendo, assim, a rentabilidade aos seus clientes.

Por sua atividade principal estar ligada à atuação como intermediária na compra e venda de ativos financeiros, a corretora costuma oferecer diferentes produtos aos clientes, fazendo uma ponte entre tais investidores e a Bolsa de Valores.

Vale lembrar que ela não foca apenas na compra de ações de empresas privadas, mas também de títulos públicos, cotas de fundos de investimentos, entre outras opções. Ou seja, oferece uma gama variada de ativos para que o cliente escolha aquele que mais se encaixa em suas ambições.

Análise dos pontos mais importantes

Os dois conceitos já oferecem uma ideia das funções tanto das corretoras quanto dos bancos. Mas na hora de escolher entre elas para investir o seu dinheiro, é necessário levar em consideração outros aspectos.

Diversificação de operações

O banco conta com produtos próprios, que são emitidos pela própria instituição. A corretora, por sua vez, distribui produtos e investimentos de diversos emissores. “Na renda fixa, por exemplo, ela pode distribuir CDB, LCI, LCA de diversos bancos menores e com taxas melhores”, destaca o gerente de produtos.

Portanto, essa é uma das principais diferenças entre os dois. Lembrando ainda que a corretora distribui títulos de fundos diferentes de vários gestores, então, o cliente tem uma variação maior de produtos, podendo optar pelo que se adapta melhor às suas necessidades.

Taxas 

Falando ainda sobre taxas, Elson Raimundo destaca que esse é um dos principais diferenciais que separam os dois tipos de instituição. Segundo o gerente de produtos da CM Capital, os bancos costumam ter um número muito grande de clientes. Eles não precisam pagar taxas melhores para conquistá-lo, logo, o indivíduo acaba fazendo seus investimentos lá, pois acredita na comodidade de realizar outros serviços no mesmo local.

“A corretora não, ela precisa buscar o cliente e trazer melhores serviços e investimentos. Então, ela busca no mercado as principais soluções para poder passar para o cliente e isso é o grande diferencial. Ela sempre oferecerá um produto com melhor rentabilidade de acordo com o perfil e o momento de cada cliente, diferentemente do banco”, acrescenta.

Segurança

Muitas pessoas ainda têm uma ideia distorcida de que a segurança entregue pelo banco é maior que aquela oferecida pela corretora. Isso se deve à solidez das instituições bancárias. No entanto, o mesmo nível de seguridade pode ser encontrado na corretora.

Isso porque essa última precisa estar regulamentada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e B3 (BM&FBOVESPA e a Cetip), que é responsável por supervisionar a atuação de instituições financeiras. Ou seja, ela não pode atuar se não estiver em conformidade com as regras dessas instituições.

“Se a pessoa investir em um CDB, LCI, LCA em renda fixa, ela tem garantia desses ativos é do fundo garantidor de crédito, que assegura até R$ 200 mil por instituição e CPF. Então, se por acaso ele comprar o CDB de um banco X e esse banco quebrar, o fundo garantidor resguardará o direito de recebimento de um valor até 250 mil. Estando no banco ou na corretora, tanto faz, a garantia é a mesma. No caso das ações, se ele tiver comprado em um banco ou de uma corretora, ele terá a mesma garantia”, ressalta Elson Raimundo.

O único problema é se o indivíduo deixar saldo em conta-corrente, logo, se tiver algum tipo de insolvência na corretora e ele tiver um valor alocado, poderá ter algum tipo de contrariedade. No mais, a segurança é a mesma de um banco.

Plano de investimentos

Independentemente de investir em corretora ou banco, se a pessoa não tiver um plano, ela não conseguirá fazer um negócio bom. O primeiro passo é pensar no momento em que ela se encontra e o que quer alcançar ao longo do tempo, seja a garantia de uma aposentadoria, a compra de algum bem ou mesmo a independência financeira. Ainda é preciso considerar qual o nível de aceitação para riscos, bem como estudar sobre os investimentos a serem feitos e aprender sobre o mercado financeiro.

No banco, ele tem a figura do gerente que colocará algum produto da instituição; nas corretoras, na maioria das vezes, ele terá um assessor de investimentos, que vai informá-lo sobre os melhores produtos negociados. O fato é que ele precisa ter essa vontade de entender como funciona o processo enquanto investidor e analisar as empresas, se ele tem informações em diversos locais.

Investimentos com a CM Capital 

A CM Capital está sempre buscando novas ferramentas para melhor atender os seus clientes. Entre elas está a criação de um portal, no qual o cliente terá acesso a todas as informações da sua conta, e investimentos realizados em fundo e renda fixa à disposição dele.

Ele pode fazer tudo isso online, sem intervenção de ninguém dentro da corretora, mas, se o cliente precisar da assessoria, ele terá à disposição o melhor atendimento e uma experiência sólida de mercado. “Nós buscamos sempre um serviço de qualidade. Foi exatamente esse diferencial que fez com que a CM Capital crescesse nesses 2 anos”, conclui Elson Raimundo.

Como você pôde ver ao longo do artigo, para escolher entre corretora ou banco, é preciso levar em consideração vários aspectos. De fato, a corretora é a melhor opção para quem quer maior rentabilidade e diversificação dos ganhos.

Se você já se decidiu por ela, entre em contato conosco para conhecer melhor os nossos serviços!

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