Esclarecemos 7 dúvidas comuns sobre títulos de crédito privado

títulos de crédito privado

Entender o que são e como operar títulos de crédito privado é importante para aqueles que buscam diversificar sua carteira e contar com maiores rentabilidades. Enquanto muitos recorrem à renda fixa, fundos de investimentos ou ações para esse fim, os ativos advindos de débitos governamentais são excelentes alternativas — capazes de fazer a diferença na vida financeira.

Se você se interessa em conhecer novas oportunidades de investimento, não deixe de conferir as principais dúvidas sobre títulos de crédito privado e suas soluções!

1. O que são títulos de crédito privado?

Esses títulos são mecanismos utilizados pelo governo para tornar a atividade econômica do país mais dinâmica. O uso de títulos atrelados a um indicador econômico e para arrecadar recursos no mercado não é uma prática recente. Contudo, muitos conhecem apenas as opções públicas.

No caso das opções de crédito privado, os que compram os ativos e recebem remunerações pelas aquisições são as empresas (também privadas). Uma vez que as organizações estão com os títulos em mãos, eles são ofertados aos investidores que, por sua vez, se tornam capazes de financiar as corporações e lucrarem com isso.

2. Quais as diferenças entre títulos de crédito privado e títulos privados?

Para, finalmente, compreender por completo o que são esses ativos, é preciso diferenciá-los dos títulos privados. Enquanto os últimos são emitidos por instituições financeiras e bancos, os títulos de crédito privado advém de securitizadoras, que transformam dívidas em ativos lastreáveis, e corporações.

3. Quais os tipos de títulos de crédito privado?

Existem três tipos de títulos de crédito privado no Brasil. Todos variam em termos de condições e podem ter sua rentabilidade tanto pré-fixada quanto atrelada a algum indicador econômico, como CDI ou o IPCA.

CRA

Chamados de Certificados de Recebíveis do Agronegócio, os CRA cobrem os custos do setor em específico. Sua função é similar à do. LCA. Para atrair um número maior de investidores, há a liberação do pagamento do Imposto de Renda sobre esse tipo de ativo.

CRI

Semelhantes aos CRA, os Certificados de Recebíveis Imobiliários buscam cobrir os custos do setor. Eles também são isentos de Imposto de Renda — a fim de estimular sua aquisição —, e se assemelham ao LCI.

Debêntures

Enquanto os CRI visam à cobertura de custos como urbanização e construção e os CRA se voltam para o agronegócio, as debêntures auxiliam as próprias organizações. Em outras palavras, as empresas emitem esses títulos a fim de mitigar ou minimizar seus gastos. Porém, para que sejam capazes de fazê-lo, precisam cumprir duas condições:

  • ter registro CVM, a fim de serem capazes de realizar emissões públicas;
  • serem anônimas de capital fechado ou aberto.

Além das citadas, existem as debêntures incentivadas. Elas captam recursos por meio da compra de títulos por parte dos investidores e os destinam aos projetos considerados essenciais por parte do Governo Federal.

4. Como operá-los?

Para operar esses ativos, é muito importante analisar, primeiramente, suas condições. Em segundo lugar, é preciso conferir a duração do investimento, uma vez que os títulos costumam contemplar, de forma mais adequada, objetivos de médio e longo prazo. Finalmente, é importante atentar aos aportes necessários. Eles tendem a serem elevados em relação às outras opções de títulos.

Perfil de investidor

Ao conferir todos os pontos abordados, é possível que uma suitability se destaque em relação ao ativo. Em geral, os perfis moderados (principalmente) e arrojados lidam melhor com os títulos de crédito privado do que os outros. Isso se dá em função do risco de crédito, advindo da transformação de dívidas em ativos lastreáveis por parte das securitizadoras.

5. Quais são os riscos?

Dois principais riscos cercam os títulos de crédito privado: o risco de crédito e a falta de cobertura, caso algo dê errado. É importante atentar a eles e se manter informado, a fim de garantir as diversas vantagens que essa opção oferece.

O primeiro a ser analisado por parte dessa opção de investimento é o fato de que ele não é coberto pelo Fundo Garantidor de Crédito — FGC. Diferentemente do que é visto com outros investimentos, isso acontece em função do risco de crédito. Em poucas palavras, esse tipo de risco é definido como uma chance de não receber pelo investimento.

Conforme é dito no universo dos investimentos, quanto maior o risco, melhor é a rentabilidade esperada. Não é diferente com os títulos de crédito privado. Apesar das chances de “calote”, suas propostas são bastante atraentes e prometem lucros superiores aos esperados em ativos da renda fixa. 

É por esse motivo que aqueles que desejam investir nessa opção devem analisar, antes da aplicação, o mercado, o alinhamento de seus objetivos e as condições do título.

6. Vale a pena investir em títulos de crédito privado?

Essa é a dúvida mais comum. Afinal, todo investidor deseja aplicar seu dinheiro com altas chances de bons retornos. Para responder a essa pergunta, é preciso cruzar as informações obtidas até o momento com seu perfil e o conhecimento sobre alguns dos benefícios da aplicação.

Maior rentabilidade

Conforme dito, é possível esperar rentabilidades maiores por parte dos títulos de crédito privado. Se o investidor for bastante observador em relação ao mercado, tiver noção do período em que deseja obter retorno e conferir atentamente as condições do investimento, a rentabilidade pode ser mais satisfatória.

Diversificação

Pessoas que querem diversificar seus investimentos contam com mais uma opção. Quem lida com esse universo há tempos sabe que é importante buscar pela carteira de investimentos ideal. Afinal, a diversificação permite que haja equilíbrio, tanto em termos de lucro quanto de risco.

Contar com gestor especializado

Existem gestores especializados nesse tipo de título. Eles permitem que as principais dúvidas de cada investidor sejam solucionadas e auxiliam no alinhamento entre expectativas e metas. Em função do risco de crédito, diversos profissionais atuam especificamente com essa opção. Eles são capazes de auxiliar aqueles que desejam escolher os melhores investimentos.

7. Quais as melhores práticas para lidar com os riscos?

Aqueles que se interessam em começar a investir nessa opção pelos retornos e condições dos títulos precisam seguir algumas sugestões para lidar adequadamente com os riscos. Uma boa sugestão de passo a passo, que compila as dicas citadas, inclui:

  • ter bons conhecimentos em relação ao mercado;
  • conhecer sua suitability;
  • analisar as condições do investimento, em especial o período e o objetivo pessoal;
  • cruzar riscos com oportunidades;
  • alinhar expectativas com a realidade;
  • contar com a ajuda de um gestor especializado.

Ao conferir os pontos citados, percebe-se que o investimento nesse tipo de ativo tende a contemplar investidores com perfis que equilibram riscos e retornos. Para concretizar as ações tomadas para gerenciar riscos de maneira adequada, é interessante contar com uma corretora de qualidade.

A CM Capital e.Plus é uma corretora que se posiciona entre as maiores participantes do mercado institucional. Ela está preparada para auxiliá-los em seus investimentos. Portanto, se você deseja aplicar em títulos de crédito privado ou em outras opções, é interessante conhecer sua proposta.

Se você se interessou pelo tema e deseja conhecer operações que garantem sua posição de destaque no mercado, entre em contato com a CM Capital!

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